Dependência

tumble weed

É uma bola de neve. Não aguento aquele lugar, então não me canso de faltar.

Infelizmente ainda tem professor que faz chamada e por isso, cá estou eu, com uma DP de Teoria da Comunicação. Ainda bem que a Universidade é espetacular em todos os sentidos: resolvo a DP em dois dias (um de aula e outro de prova). No ano passado fiz isso, mas a “aula” foi apenas passar a bibliografia na lousa.

Ontem, na minha aula de DP, me deu um misto de dó, raiva e carinho pela professorinha. Começa que ela chegou SUPER atrasada. Grávida (fodeu, neurônios zero). Ela já chegou parecendo bem sem graça com a proposta daquilo, falou sem jeito que ia fazer uma recaptulação da matéria, deixando claro que reforçaria apenas o que cairia na prova do dia seguinte.

Deu a dica para procurarmos os conceitos na Internet, uma vez que ela não pediria para lermos textos, já que a prova seria no dia seguinte (imagina que absurdo!). Foi, então, pra lousa. Escreveu HIPODERMICA sem acento e deixou claro que não iria PREVELEGIAR ninguém ali.

Mais pérolas:

- “Essa teoria pode ir contra A ela”

- “Um tema pode ser a lei do anti-cigarro”

- Outro momento especial foi quando ela mencionou “disfunção narcotizante” e a sala de aula veio abaixo, desesperada com um conceito que é TÃO DIFÍCIL. Que nome!!! (socorro). Aí ela explicou que ela só pensar nas palavras em si, que era possível entender (derrrrr). Perguntou: “o que é narcótico?”. E uma anta do meu lado respondeu: “viciado”. Perfect!

- Aí deu dó. Ela tentando explicar paquele bando de anta reunido numa sala fechada em tempos de gripe suína: “não é assim? a gente quer cada vez mais saber, saber, saber…”. Pobre professora. Bolas de feno rolando.

- Uma pergunta clássica que me deixou assustada (já que o público dela era de estudantes de comunicação social): “Não sei se vocês chegaram a ler algum texto sobre a Escola de Frankfurt”. Oi?

- a literatura sugerida, apesar de que, obviamente (segundo a professora), não para a prova do dia seguinte, foi ´O que é Indústria Cultural,  da COLEÇÃO PRIMEIROS PASSOS!!!

- Ainda segundo a docente, Umberto Eco é autor de EM Nome da Rosa.

- Ainda sobre o autor, a professora citou o Apocalípticos e Integrados, que “é óbvio que vocês não chegaram a ler, mas já devem ter ouvido falar”. AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH

- Pra finalizar, uma colega fina pediu pra professora: “SEJE boazinha na prova”.

E ela será. A prova deve ter UMA questão dissertativa e o resto de múltipla escolha. E só vão cair as três teorias que ela passou na lousa, com apenas os dois respectivos autores de cada que ela apresentou. SO HARD!

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Mais do mesmo

uniAi, e as emoções recomeçaram. Que saudade que eu tava sentindo!

Ontem fui à primeira aula. Como disse o taxista que me levou a uma reunião outro dia, “há um ditado na Bíblia que diz: não ponha um colar de pérola numa porca”. É isso.

- Sobre estrutura de frase: “sujeito é a pessoa que faz a ação”.

- Sobre diálogo: “vocês não têm coisas em comuns?”

- Sobre o desafio do jornalista: “escolher uma palavra para formar o entendimento ao leitor”

- Sobre história: “conhecem o Marco Polo? ele foi à Índia, à China, trouxe o macarrão, o sorvete…”

- Mais história: “a prensa era como fazemos com o cavalo. Você não ferra ele com a ferradura?” (pressionando a mão contra a bunda).”

- Sobre a mídia: “por que a Madonna faz sucesso? Porque o jornal nos impõe”.

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O ERRO

O segundo semestre chegou, e com ele uma boa leva de professores.

 

Muito menos erros de português, mais interesse e, principalmente, menos trabalhos em grupo. Deus existe!

 

Claro que o povo ta estranhando… não tem trabalho em grupo? Como assim prova individual e sem consulta?

 

Mas enfim… a vida segue.

 

Estou devagar pra ir às aulas e para acessar o blog, mas ontem rendeu umas boas, então aqui vamos nós.

 

Aula de sociologia, O ERRO tem de falar. O ERRO é uma mocinha bonita e limitada que paira na sala.

 

Falando de Fatos Sociais, o professor, animado, explicava que são todas as imposições da sociedade, ações coercitivas às quais estamos submetidos. E exemplificou: falar português.

 

O ERRO questiona: “mas português correto?”

 

O professor, já menos empolgado, prefere dar outro exemplo: casamento.

 

O ERRO não se agüenta!!! “mas na Igreja?”

 

SOCOOOOOOORRO!!!!

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Era do rádio

Espetacular a apresentação de um trabalho sobre rádio na aula de Comunicação e Linguagem.

Pérolas, a pedidos:

- “a faixa etária de idade está mais ligada…”

- “algumas pessoas acabavam se estravagando…”

- “Madonna não vem mais ao Brasil, ela não quer mais fazer parte do Mercosul.”

- Aluno diz: “o jingle surgiu nos anos 90″. Professor retruca: “Muito antes, em 30″. Aluno justifica: “Mas o jingle bem feito mesmo foi em 80″.

E o professor finaliza com: “sempre confundo cobertor com lençol”.

Puuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuutz!

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Aguardem

Gente, ontem teve prova e eu desconcentrei completamente!

Tinham TANTO erro nas questões, que ficava MUITO difícil entender o que a professora estava querendo saber. Vou aguardar a entrega da prova pra copiar algumas aqui, mas lembro de duas coisas que já dá pra adiantar:

- uma questão que pedia algo como “comente” ou “aponte” e terminava com ponto de interrogação;

- e o trecho “o maior número de leitores possíveis”

SOCOOOOOOOOOOOOOORRO!!!!

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Gafe

Gente!!!

Ainda bem que ninguém viu, a não ser mamãe. E mamãe pode!

Em um dos posts, eu havia escrito majestosa com G!!! Passou batido!!! Mamãe corrigiu, excelente!!!

Falar mal da ignorância dos outros escrevendo errado não vale, né?

Valeu, mãe!

 

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Pérolas aos porcos

Pérolas aos porcos! Hahahaha

 

De História:

 

- A Primavera de Praga aconteceu na França!

 

- A política do café-com-leite era dominada por São Paulo e Rio de Janeiro

 

Da Doutora:

 

- O povo tem baixa estima!

 

E do grupo que apresentou trabalho:

 

- Roberto Carlos era Rei do Ieiei

- em meados do fim dos anos dourados…

- o rock chegou ao Brasil por meio dos marinheiros e pescadores

- as melindrosas eram mulheres que fumavam e dirigiam nos anos 20

- os Beatles, TRÊS jovens, surgiram com roupas consertantes

- a ditadura no Brasil veio pelo movimento estudantil e pelo movimento operário

 

E do professor:

- Quando você ter a dimensão do que é isso, certamente mudará seu comportamento. 

 

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Pensa que cachaça é água?

E ontem, na aula de Psicologia, a professora mostrou várias imagens duplas, pro povo entender o conceito de imagem e fundo.

Eu e Tião chegamos à conclusão de que a sala precisa de goró!!! Nós para aguentar, e o povo pra entender!

 

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IPA

Falando em IPA, temos pérolas da semana passada.

- “Esse exemplo vai bem de encontro à metodologia”. O Pinto me explicou: enquanto professora, é importante que ela sempre nos mostre os dois lados da questão.

- “Título é com caixa alta e baixa. Eu escrevi em alta porque tenho mania”. Claro!!!! Por que escrever na lousa da maneira correta? Pra gente aprender?????

- O exemplo para citar autor em bibliografia também foi ótemo. Ela foi falando o nome de aluno por aluno, e aí pelo menos uns seis falaram seu nome em voz alta para ela dar o exemplo “sobrenome, nome”. Aí ela ainda pergunta: “entenderam?”. Jesus!!!! Teve gente que respondeu NÃO!!!!!

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Síndrome de Maisa

A minha apresentadora de TV favorita, a Maisa, disse sabiamente uma vez:

- “Eu não vou falar número. Vou falar número, mas não vou falar a palavra número, entenderam?”

A moda pegou!

- Da professora de IPA: “Quando você cita uma obra de um autor e o autor vem dentro do autor, você cita o autor dentro do autor e não o autor”. Tá bom?????

De uma aluna ontem, na aula de Psicologia:

- “Ela fala “fala” e ele diz para falar e ela diz que fala e fala.” Foi algo assim. Obviamente não dá pra repetir uma dessas com fidelidade.

 

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